segunda-feira, 20 de setembro de 2010
domingo, 25 de abril de 2010
Esmell Noivas

sábado, 24 de abril de 2010
Esmell Noivas
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terça-feira, 13 de abril de 2010
Brazilian Keratin

Maison Esmell & Jambert
Rua Anibal de Mendonça 199-Ipanema -Rio de Janeiro
Tel 21-2511-2348/2523-1955
www.esmell.com.br
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Técnica alisa e diminui o volume do cabelo sem agredir os fios
Maria Vianna
A cada ano que passa, os tratamentos para deixar os cabelos lisos sem ter que apelar para secador e chapinha ficam mais modernos e menos agressivos. Novo método que acaba de chegar a alguns salões do Rio e, ao que tudo indica, vai criar rebuliço entre mulheres que não conseguem domar seus cachos ou detestam o volume de seus cabelos, a luz fotônica, ou photon hair, promete fios lisinhos, sem abusar de substâncias químicas. Melhor: não exige que se fique dias sem lavar a cabeça.
A luz usada no alisamento é semelhante à utilizada por dentistas em clareamentos e produz no cabelo o efeito desejado ao entrar em contato com o creme que se passa nos fios. É justamente graças ao efeito desta luz que a quantidade de químicos aplicada no cabelo é reduzida. Por isso, não causa muitos danos aos fios.
''O método dispensa o uso de formol e enquanto a escova progressiva apresenta cerca de 7% de tioglicolato de amônia (o químico alisador) em sua composição, o produto usado no photon hair tem apenas 2%. Isso é possível porque a luz potencializa a absorção do produto pelo cabelo'', explica a cabeleireira , da Maison Esmell, em Ipanema.
Outras vantagens: o procedimento não provoca coceira ou ardência no couro cabeludo e é inodoro. Pode ser feito em clientes que já passaram por escovas progressivas ou alisamento japonês e por quem faz luzes ou usa tintura. Segundo o fabricante dos produtos utilizados no photon hair, é possível até fazer o procedimento e pintar os fios no mesmo dia. ''A única ressalva é para cabelos que passaram por tinturas com metais pesados''avisa Dani Carneiro.
O alisamento com a luz fotônica leva de três a quatro horas para ser feito e é dividido em três etapas. Primeiro o cabelo é lavado com xampu especial de limpeza profunda, para retirar qualquer resquício de outros produtos. Depois, os fios são hidratados por cinco minutos e o cabelo é enxaguado.
O passo seguinte é o mais importante: o cabeleireiro aplica o produto químico que ao reagir com a luz provoca a ''desestruturação'' dos fios. Um equipamento cuja a ponta de uma espécie de caneta libera a luz fotônica é utilizado para projetar o feixe luminoso mecha por mecha do cabelo, previamente coberto por creme.
O tempo de exposição à luz varia de acordo com a textura do fio. Ou seja, quanto mais enrolado ou rebelde ele for, maior será o tempo do procedimento.
''Isso possibilita controlar o resultado. O cabelo pode ficar bem liso ou apenas com menos volume, por exemplo'', observa Dani . O método permite, também, alisar a raiz e cachear as pontas. ''A luz fotônica é versátil e possibilita diversos efeitos.''
Na terceira etapa do alisamento, o cabelo é lavado e secado para receber duas aplicações de queratina pura, através de uma máquina, o nanoqueratinizador, que solta a substância em forma de fumaça. Entre uma aplicação e outra, o cabeleireiro pode usar a chapa de cerâmica para acelerar a absorção da queratina. Para finalizar, o cabelo é novamente lavado. ''A cliente pode até ir embora sem secar os fios, pois eles já estarão lisos e controlados. Não é preciso fazer escova'', comenta a cabeleireira.
Os melhores resultados deste tipo de alisamento são para diminuir volume e assentar fios ondulados ou rebeldes. Cabelos étnicos, por exemplo, não apresentam mudança significativa. ''Nesses casos, os cachos não somem, mas o volume diminui e os fios ficam menos arrepiados'', esclarece Dani Carneiro. A necessidade de retoque vai variar de acordo com o tempo que o cabelo leva para crescer.
Cada sessão varia de R$ 250,00 a R$ 1.500,00 dependendo do comprimento das madeixas.
CONTATO:
Maison Esmell: 2511-2348 /2529-8774 (Falar com Dani Carneiro)
Rua Anibal de Mendonça 199 casa Ipanema -Rio de Janeiro
quarta-feira, 10 de junho de 2009
O que aconteceu com o formol?
Conheça mais sobre essa substância, que “invadiu” os salões de beleza e virou a arma das mulheres que buscam cabelos lisos
Karin Maia Monteiro (professora de cosmetologia do curso de aperfeiçoamento em cosmetologia e estética capilar da Unicamp)
A grande quantidade de informação a respeito dos riscos da exposição ao formol (ou formaldeído) parece não ter sido suficiente para coibir o uso indiscriminado desse produto nos salões de beleza. Infelizmente, o imediatismo e a falsa ideia de que o cabelo está sendo “domado” têm falado mais alto. Mais e mais produtos surgem e – o mais grave – incluem o formaldeído em sua lista de componentes químicos sem especificar a concentração usada.
O limite permitido como conservante é de 0,2%, conforme descrito na Resolução 162/01 da Agência Nacional de
Vigilância Sanitária (Anvisa). Como agente endurecedor de unhas, a porcentagem é de 5%, de acordo com a Resolução 79/00, no Anexo V. O detalhe é que com a concentração de conservante não é possível obter o alisamento dos fios. Assim, se o produto é destinado ao alisamento capilar e contém formol como componente ativo principal, certamente a concentração está acima da permitida.







































